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Escribas: os precursores do secretariado

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  A   função secretarial é antiga. Surgiu no Período Dinástico (3.200 a 525 a .C.), quando a descoberta do papiro e a criação da escrita hieroglífica deram origem ao ofício de escriba. A princípio, os escribas registravam fatos históricos, informações e copiavam leis. Com o passar do tempo, formaram um seleto grupo de sábios, que ensinava, interpretava as escrituras, encarregava-se dos documentos oficiais e cuidava das contas. Vale salientar que os escribas - secretários do Egito Antigo - eram todos do sexo masculino. Homens que, embora pertencessem à classe de pequenos e médios empregados, desfrutavam de certo prestígio por dominar a escrita hieroglífica, famosa pela beleza e grau de complexidade de seus caracteres. Na época, já se fazia necessário frequentar a escola para aprender o ofício. Os reis mantinham escribas na corte para copiar manuscritos, escrever cartas e documentos oficiais. No livro “Você, Secretária”, Néris Bertocco e Ângela Schneider Loyola

Ordem de precedência: alguns aspectos do Decreto 70.274

  §   O Decreto 70.274 determina os lugares das autoridades e anfitriões nas solenidades. Presidência é diferente de precedência. A presidência é do anfitrião, que nem sempre terá a maior precedência no evento. §   A precedência é definida pelos seguintes critérios:     Anfitrião   >   hierarquia   >   data de criação e constituição   >   antiguidade de diplomação, cargo   >   poder econômico   >   poder cultural   >   interesses políticos e empresariais   >   honraria   >   idade   >   sexo   >   ordem alfabética   >   bom senso. §   O critério “anfitrião” serve de ponto de partida para a elaboração da lista de precedência. O anfitrião ocupará sempre o lugar de destaque, mesmo recebendo autoridades de hierarquia superior à sua, às quais dará o lugar de honra. §   Nos eventos com a presença do Presidente da República ou do Vice-Presidente, estes presidirão a cerimônia. Em outras ocasiões a presidência é sempre do anfitrião, que deve ocupar o ce

Building a network

  Without realizing it, you have probably already built a network of professional colleagues who are willing to help and advise you. Your network consists of people both inside and outside of your organization who know you and your work.          Key associates in your network keep you abreast of “what´s happening”. They may be in the same industry or field as you, or they may give you tips on developments in unrelated fields.          Why do you need a network? Ø To give and receive support, advice, and insight. Ø To exchange specific information about trends, personnel changes and career opportunities. Ø To transact business, or get a (perhaps new or unifamiliar) job done. Networking is a two-way street. When you invest time and energy in other people, they become valuable allies when you, in turn, need support or information. This is called a mutually rewarding relationship.      Are you setting up a conference? Re-organizing a department? Making a major office pur

Carta de recomendação para fazer MBA no exterior

  Planejando fazer um MBA em uma universidade no exterior? Mesmo em tempos de pandemia as portas das universidades não se fecharam para quem quer estudar no exterior. As ofertas de cursos de MBA estão aí. Estudar no exterior requer planejamento. Dê seu primeiro passo. Consulte o site da universidade onde você tem interesse em fazer seu MBA. Veja quais as exigências feitas e os documentos necessários para a matrícula. Dentre os vários documentos exigidos quando você se candidata a uma vaga em um curso de Master, está a carta de recomendação de um professor. Há universidades em que você pode se candidatar para receber bolsa parcial para realizar seus estudos. Foi o que fez uma profissional que foi minha aluna. Como solicitaram a carta de recomendação de um professor, fiz a carta. Para minha felicidade, ela foi selecionada, ganhou bolsa parcial, foi para Nottingham e concluiu o Master com louvor. Esta foi a carta de recomendação que enviamos na ocasião para a Universidade. Referen

Secretaria Escolar: papel e responsabilidades

Este texto tem a finalidade de apresentar a você, que atua em secretaria escolar, o resultado de discussões e reflexões de uma capacitação que ministrei em 2019. Por que faço isso? Para incentivar você a ter atitudes intra-empreendedoras no seu fazer cotidiano na unidade escolar, bem como valorizar seu trabalho nesse ambiente, tendo, sobretudo, clareza de suas responsabilidades e atribuições, que nem sempre são esclarecidas em documentos formais. Subentendidas sim, mas ainda não documentadas, porém sujeitas a serem, dependendo da proatividade (e boa vontade!!) de pessoas envolvidas no processo. Devo salientar que, na ocasião da discussão, foram consultados e tomados como referência “manuais da Secretaria Escolar” publicados na internet, como por exemplo: Secretaria de Estado da Educação do Paraná, do Ceará, de São Paulo, e de Prefeituras como Blumenau (SC), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Sorocaba (SP). Para citar algumas referências, dentre inúmeras consultadas na ocasião.

A linguagem não verbal na interação com o outro

  A comunicação é o processo mediador do contato entre as pessoas.   Comunicamo-nos utilizando a linguagem, que é o instrumento de comunicação do ser humano. A interação com pessoas e instituições acontece por meio da linguagem verbal (fala e escrita) e da linguagem não verbal (gestos, tom de voz, expressão facial, sinais vocais, entonação...). Também denominada de linguagem corporal. Há necessidade de se ter um bom domínio dos conhecimentos sobre linguagem, já que ela é usada para conversar, ouvir, expressar pensamentos e sentimentos, expor e relatar ideias e projetos, entender e resolver problemas. No ambiente de trabalho, saber se comunicar é fundamental para o acesso e a transmissão de informações de forma rápida, ágil e precisa. Vejo muitos profissionais sendo traídos por sua autoconfiança ao lidar com as tecnologias traduzidas por smartphones, tabletes, aplicativos. O que nem sempre quer dizer que tenham habilidade de se comunicar. Resultado disso são os problemas enfrentados

#ComportamentoCorporativo: Protocolo do ambiente de trabalho

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                   Qual é a finalidade do protocolo do ambiente de trabalho?             “[...] “nos protege de colidir com os outros, de magoar os sentimentos dos colegas ou de prejudicar a reputação de uma firma”. Resposta dada por Amy Vanderbilt em 1952 quando escreveu O livro completo de etiqueta de Amy Vanderbilt, (reescrito e atualizado, no fim dos anos 90, por Nancy Tuckermann e Nancy Dunnan). No livro, compara o protocolo do ambiente de trabalho aos sinais de trânsito e aos mapas rodoviários. Ouso dizer que é o GPS ( Global Positioning System , ou Sistema de Posicionamento Global) corporativo, que sinaliza as normas e regras de civilidade (educação social), essenciais e indispensáveis para quem quer ter resultados positivos no trabalho e no convívio social.          Conhecer e praticar normas de conduta que fazem parte do mundo do trabalho facilitam sua entrada e seu movimento nesse ambiente. Não importa se são ambientes formais ou informais, presenciais ou remotos. O que