Vivências e convivências

Vivências e convivências

sexta-feira, 27 de março de 2015

Tempo: nossa mais valiosa "commodity"

 

Annie Dillard, uma escritora Americana, disse: “Como vivemos nossos dias é, com certeza, como nós vivemos nossas vidas”. Tempo. É, sem dúvida, nossa mais valiosa commodity. Diferente das pedras e metais preciosos, ou de quaisquer outras preciosidades, o tempo não pode ser acumulado, coletado, ganhado ou comprado com trabalho duro, dinheiro, dignidade, ou com nossa alma. Ele desliza entre nós se colocamos nele sentido ou não. Use-o ou perca-o!  

Percebo que todos têm consciência de quão limitada é nossa vida no quesito tempo, e mesmo assim nós agimos como se não soubéssemos o real valor do tempo. Usamos palavras como gastar, matar, ou desperdiçar quando falamos da forma finita das horas de cada dia. Os sistemas de gerenciamento de tempo são abundantes, entretanto, nós tropeçamos e cambaleamos ao tentar dar o melhor nós a cada nascer do sol. Planejamos o futuro e negligenciamos o presente. Olhamos melancólicos para o passado embora o futuro esteja cheio de esperanças.
 
E ainda, para muitos de nós, parece que não há horas suficientes  no dia. Comprimimos tudo aquilo que vai dentro de 24 horas do tique-taque, pechinchando com o Deus do Tempo, ingenuamente esperando que ele mova  nossas intenções de produzir mais, realizar mais, ser mais. Nós nadamos neste paradoxo, debatendo nosso corpo, negociando a qualidade de nossas vidas enquanto atrapalhadamente aspiramos uma qualidade de vida ideal. 

Por quê tudo isso acontece? Porque nós permitimos nossos chefes, nossos amigos e nossas pobres decisões serem donas do nosso tempo. Chegamos em casa do trabalho exaustos, sem vontade de fazer nada, e temendo que temos apenas algumas horas para dormir antes de acordar e fazer a mesma rotina novamente. Eu entendo que temos um trabalho e somos pagos pelo nosso tempo, mas nós todos devemos recuperar a melhor forma como gastamos o nosso tempo. Senão ficaremos doentes ao trabalhar muito e depressivos pela falta de equilíbrio em nossas vidas.
 
Uma maneira de reorganizar o nosso tempo é fazer uma atividade por dia que realmente agregue valor em nossas vidas. Agregar valor para mim é nos desafiarmos com uma nova experiência, aquela que sempre se quis fazer mas “por falta de tempo”, acabamos deixando passar. Talvez uma aula de piano, aprender uma nova língua, aquela caminhada ao redor do parque, enfim, algo que recarregue as energias, que traga alegria e revigora a criatividade. É fazer algo que você (nós) sempre gostou mas nunca se propôs a realizar. 

Todas as estratégias de gerenciamento de tempo não irão ajudar se não se sabe o que realmente se quer. Não falo necessariamente das nossas conquistas e objetivos de carreira, mas o que se quer podem ser pequenas coisas que se aprecia fazer, e que são importantes para cada um de nós. Quaisquer que sejam, sejamos específicos nelas, assim saberemos em que focar, e na verdade teremos alguma coisa para fazer quando se criar aquele tempo livre!  

Ser dono do seu tempo não é ter mais tempo livre, é saber o que se quer e usar este tempo que é dado para ser mais produtivo. Para isso é preciso estabelecer limites. O que é algo muito difícil para todos nós que possuímos uma vida tão ocupada, chefes exigentes, e problemas em dizer “não”.  Estabelecer limites significa reconhecer o que é importante para cada um, programar alguns minutos para curtir isso, e fazer não importa o quê de fato se quer . Algumas pessoas podem ser até resistentes a essa ideia, mas precisamos pensar: “essa é a nossa vida e o nosso tempo, e somos as pessoas mais importantes nela”. Mesmo se dedicarmos nosso tempo ajudando os outros, não teremos tempo de perceber o que é importante ao menos que se respeite o próprio tempo. 

Mensagem para você!!....Influencie você mesmo ao substituir inúmeras tarefas/atividades lhe dando pequenos momentos de prazer e avance em seus objetivos. Cada atividade merece esforço, algumas atividades lhe darão grandes resultados, e outras são meramente importantes. Celebre cada atividade concluída com algo que lhe dê muita satisfação em fazer. Tome cuidado com hábitos muito “consumistas”, como TV e redes sociais em excesso, argumentos inúteis com colegas de trabaho, ou muitas tarefas diversas em seu dia-a-dia. Quando você “produz” tempo, você deve usar o tempo que lhe é dado para atingir os seus objetivos e te libertar destes hábitos “consumistas”. 

Soa simples: estabeleça limites, influencie o seu tempo e corte os hábitos “consumistas”. Mas se fosse tão simples, a questão tempo não seria um grande problema para a maioria. Às vezes, o medo de mudar impede nossos avanços. O medo pode nos questionar inúmeras vezes ao redefinir nosso gerenciamento do tempo, mas basta fazermos as perguntas certas para organizar a vida:
-          Terei uma ótima vida se eu investir no meu próprio tempo?
-          Quais oportunidades de carreira podem se abrir para mim quando as pessoas respeitarem minha autoestima?
-          Como posso ajustar a minha agenda e permanecer produtivo e conhecer as minhas reais intenções enquanto faço meu trabalho? 

Tempo é o melhor presente que você pode se dar, porque você realmente pode curti-lo e porque lhe dá espaço para conquistar os teus sonhos. Então vamos em frente, vamos nos dar o tempo que tanto necessitamos, para a vida que queremos hoje, e criar a vida que queremos amanhã.
 

Autora:  Rafaela P. Piazza, texto construído na disciplina de Tempo, Organização e Planejamento, do curso de Pós-Graduação em Assessoria Executiva Empresarial, pela FURB – Universidade Regional de Blumenau.
 
 

segunda-feira, 23 de março de 2015

Será que tudo é uma questão de tempo?



Se fizermos uma analogia de nossas vidas, e da vida das empresas em que trabalhamos, quais são as semelhanças e as diferenças que podemos identificar? Primeiramente deveríamos fazer uma pergunta básica, e o que é “Vida”?
Algumas pessoas podem dizer que vida é o tempo entre a concepção e a morte, a condição de uma entidade que nasceu e ainda não morreu, ou um processo em curso do qual seres vivos são uma parte, levando isto em consideração podemos dizer que é tudo uma questão de tempo, e de como iremos empregar este tempo em nossas vidas e na vida de nossas empresas.
Ao conhecer um pouco mais sobre a “Tríade do Tempo” de Christian Barbosa que trata sobre aquilo que é importante, urgente e circunstancial percebemos que não temos como separar nossas vidas pessoais de nossas carreiras profissionais, tal feito seria um erro, porém infelizmente, automaticamente ou até inconscientemente tentamos não misturar as coisas e separá-las para que quem sabe a leveza de uma não interfira na dureza de outra e assim vice-versa, o que não percebemos é que na intenção de separá-las estamos mal administrando o tempo de ambas, estamos apenas remendando e criando um provisório que é para sempre.
No livro que li - “Casais inteligentes que enriquecem juntos” de Gustavo Cerbasi, aprendi muitas coisas das quais levo para minha vida e para a vida de minha noiva desde então, porém nem sempre aplicamos tudo aquilo que temos de teoria, e qual seria o motivo para a não aplicação destas teorias?
Já ouvi falar que o ‘urgente’ é tudo aquilo que alguém não conseguiu realizar em tempo hábil e quer que você faça em tempo recorde; também ouvi falar que para cada um minuto que usamos para nos planejarmos ganhamos uma hora de produtividade, e que tudo é uma questão de acreditar, sentir-se preparado e não desistir.
O que nunca ninguém me falou é que muitas vezes nos sabotamos, que aplicamos erroneamente o nosso tempo e não planejamos estrategicamente com brainstorming, plano de ação, briefing e feedback nossas vidas e carreiras, não percebemos quais são nossos pontos fortes e fracos, assim como normalmente agimos dentro das organizações a qual pertencemos.
Se eu colocasse no papel, tudo aquilo que atrapalha a otimização de nosso tempo eu diria que a primeira coisa é não refletir sobre isso, a partir daí uma série de justificativas podem ser apresentadas.
Recentemente aprendi uma gíria nova, que faz referência ao assessor que nada assessora - não vou citar a gíria neste texto, mas os acadêmicos da pós-graduação de Assessoria Executiva Empresarial sabem qual é e o que isso significa - por diversas vezes encontramos pessoas com este perfil a nossa volta, e o que difere essas pessoas das demais se define em um verbo, fazer.
Fazer acontecer é isso o que um executivo faz, este é o significado ou a tradução desta profissão. E assessorar este profissional nada mais seria do que garantir que a sua missão seja cumprida, porém isso tudo só é possível uma vez que nos conhecemos, uma vez que fazemos uma leitura sobre nós mesmos e enxergamos tudo aquilo que para nós é importante, urgente ou circunstancial. O ser humano, como a qualquer outra entidade que atribuímos a vida, possui sua individualidade  biológica, ou seja, não existe nada, nem ninguém exatamente igual, e portanto não tem como se criar uma receita de bolo para aplicar em tudo. Mas existem mecanismos dos quais podemos utilizar e aplicar para melhor nos conhecermos  e decidir quais métodos são os mais eficazes perante nossas características.
O que eu mais gosto de fazer, neste momento é estar na minha casa, simples assim, porém, para mim, não existe nada mais importante no mundo nem mais grandioso do que isso, pois é na minha casa que está a minha noiva, que amo além dessa vida; é na minha casa que depositei toda minha luta, trabalho, sangue e suor; é em cada cômodo, em cada móvel e objeto que lá está que dediquei uma vida inteira de esforço, aprendizado, bagagem, vitórias e derrotas. É nesta casa também que está o Valente, meu mais novo melhor amigo, filho, parceiro ou como quer que se deva chamar, meu mais novo cãozinho.
 Tenho certeza de que se eu ler este texto daqui a alguns anos, acharei este trecho bizarro, engraçado e talvez me envergonhe um pouco por isso, mas acho que tudo isso também é uma questão de tempo.
O tempo às vezes parece fluir e uma hora passa feito um segundo e outras vezes um segundo dura uma eternidade, a verdade é que tudo depende do sentimento que aplicamos ao momento em que estamos vivendo, associamos momentos bons, ao fato de serem curtos e momentos ruins de demorarem, mas que graça teriam os momentos bons se a ocasionalidade pela qual este fenômeno acontecesse fosse maior do que os momentos ruins.
Que importância daríamos a estes momentos?
E qual felicidade este momento nos proporcionaria?
Tudo que aprendi até aqui, me faz desejar somente, simples e curtíssimos momentos da mais pura e verdadeira felicidade e que a incidência destes acontecimentos seja tão duradoura, quanto um segundo perante a eternidade. 
        Pensar sobre isso é fácil, agir desta forma é que é difícil. A verdade que acredito é que fácil é tudo aquilo que dominamos, que já conhecemos e difícil é tudo aquilo que precisamos empregar um pouquinho mais de tempo para aprender como se faz.
        Se alguém me pedisse para encontrar um elefante branco e me convencesse da importância de se ter um elefante branco, e me perguntasse como eu faria isto?  Eu diria que encontraria um elefante a venda em algum país distinto, em algum zoológico ou em um circo; daria um jeito de importá-lo e regularizar sua situação e quando ele estivesse aqui encontraria a tinta certa para pintá-lo de forma que isso não o prejudicasse e fazendo com que nenhuma ONG se oponha a minha vontade.  Porém se alquém mandar eu arrumar um elefante branco não importando a maneira com a qual eu faria isto, sem considerar minha opinião ou desrespeitando meu intelecto, eu obviamente irei tirar meu time de campo, para mim isto é o que difere daquilo que faço, daquilo que me é imposto e daquilo que escolho fazer.
Concluo então que o que me atrapalha é aquilo que eu não organizo, aquilo que não planejo e que não faço uma gestão, que desperdiço muito tempo me dedicando a encontrar formas, quando o que eu preciso primeiro é de mais autoconhecimento, é esquecer um pouco o “quando” e o “como” e definir um pouco mais “o que”, o que é importante, o que é urgente, e o que é circunstancial, o que eu gosto de fazer, o que eu não gosto, e o porque disso tudo.
Por fim, precisamos fazer um pouco mais por nós e por nossas vidas, como tudo aquilo que sempre fazemos pelas empresas nas quais passamos, isso responde minha pergunta inicial, esta é a semelhança que desejamos e a diferença que não enxergamos entre a importância de ambas as vidas e como elas se relacionam. 

Autor: Eduardo Augusto de Mattos. Texto produzido para a disciplina de Tempo, Organização e Planejamento, do curso de Pós-Graduação em Assessoria Executiva Empresarial, da Universidade Regional de Blumenau, em fevereiro de 2015.

sábado, 21 de março de 2015

Hábitos X Tempo




Este ano completo 10 anos na WEG. Em 2005 comecei como Secretária de Departamento na Divisão Internacional assessorando dois Gerentes e dois Chefes. Em 2008 acrescentaram mais três chefes. Em 2010 fui promovida para Secretária da Diretoria de Finanças e Relações com Investidores, para assessorar o Diretor, três Gerentes e quatro Chefes. Em 2014 fui promovida para Secretária da Diretoria de Controladoria, nesta assessorando somente um Diretor.
Posso afirmar que nestes 10 anos atuando como secretária em três departamentos distintos, não são os padrões e as regras que são difíceis, mas sim as pessoas que não gostam de segui-las, que não atendem os prazos e que não levam seu trabalho a sério.
A Controladoria gera informações confidenciais para a Presidência, Vice-presidência, Diretorias das unidades produtoras e ao Conselho de Administração praticamente todos os dias.
Meu trabalho como assessora do Diretor é tranquilo e tem muita rotina. Minhas tarefas e responsabilidades são: organização da agenda interna e externa, atendimento telefônico (filtrar as ligações, anotar os recados, retornar as ligações), digitar as propostas elaboradas pela Diretoria, organizar o arquivo físico e eletrônico, digitar atas, organizar a logística das viagens, organizar a prestação de contas, distribuir documentos aos respectivos responsáveis, organizar reuniões (apresentações, sala), atentar para a manutenção preventiva do meu local de trabalho e sala da diretoria (chamados internos), auxiliar o diretor com suas demandas particulares, etc.
Tenho todos os tipos de situações no meu dia de trabalho, desde as mais tranquilas até as mais urgentes. As tarefas importantes, urgentes e circunstanciais são minhas colegas do dia a dia, sou bem amiga delas e consigo tratá-las com paciência e atenção. Como tenho um diálogo muito aberto com meu diretor, consigo negociar com ele os prazos e priorizar os trabalhos conforme esperado por ele. Não tenho tarefas que possam ser consideradas difíceis; o meu trabalho é agilizar e facilitar a rotina de trabalho do meu diretor. Preciso ficar sempre atenta aos horários para avisar dos compromissos, dos dias para alertar dos prazos de entrega das tarefas. Gosto muito de ser útil, assim não tenho responsabilidades que não são do meu agrado, salvo a organização do arquivo físico que é um pouco sem graça. A rotina das tarefas a executar depende da demanda que vem das Diretorias e da Presidência. Tão logo eles demandam trabalho para nós, o mesmo vira urgência e largamos os procedimentos importantes para acatar as ordens.
Nosso tempo não é curto, é apropriado, mas as interrupções diárias que são muitas atrapalham o andamento das tarefas, que de importantes passam a ser urgentes. As interrupções são muitas; são ligações para outros setores, colegas de trabalho reclamando do clima, da manutenção dos toaletes, do ar condicionado, do colega de trabalho, dos procedimentos internos, do salário, do vizinho, da vida, etc. Como secretária do diretor preciso estar ciente de todas as situações que acontecem nos bastidores para ajudar na gestão e melhorar o clima no trabalho.
Eu mesma sou responsável pela minha própria perda de tempo, pois quando não sou interrompida pelos colegas, quando fico muito tempo concentrada/sentada produzindo, sinto vontade de levantar e conversar um pouco para relaxar e depois continuar minhas tarefas.
Meu diretor é perfeccionista, muito organizado e não esquece nada nunca. É muito difícil conseguir surpreendê-lo.

Autora:

Elani Bachmann, texto produzido para a disciplina: Tempo, Organização e Planejamento, do Curso de Pós-Graduação em Assessoria Executiva Empresarial, na Universidade Regional de Blumenau, em fevereiro de 2015.
 
 

O tempo: algo proporcional à vontade de cada um


 

O tempo é algo diretamente proporcional à vontade. Sempre. Em todos os âmbitos da vida, sejam eles pessoal, familiar ou profissional, ele – o tempo - também não pode ser considerado um fator, apesar de cronológico, posto. Porque tempo tem muito de sentimento, também no trabalho. Quando existe motivação, o tempo rende, o trabalho flui e as horas voam. Quando não se acredita no que se faz, uma semana arrasta-se moribunda, seguida de outra onde os objetivos se perdem e o tempo esvai-se.

Muitos associam o tempo à diversão, prazer e até festa o trabalho com arte e cultura, campo de trabalho no qual atuo hoje. Algumas dessas palavrinhas até estão envolvidas, mas com elas vêm também outras palavras como prazo, montagem, cobrança, imprevisto e tantas outras que fazem parte do processo e estão diretamente relacionadas ao tempo.

Como servidora pública, com normativas específicas e todo um processo interno historicamente burocratizado (o que não é sinônimo de organizado), é necessário sempre trabalhar com o mínimo de planejamento para alcançar a qualidade esperada nas ações. É mais fácil gostar de tudo que se pode resolver por conta própria e aí se aprende muita coisa a fim de criar autonomia. Afinal, um colega jornalista que está sobrecarregado ou um pouco sem vontade, pode inviabilizar toda divulgação do seu evento por atraso em redigir um release que já deveria estar na imprensa há uma semana. Depender de máquinas é mais fácil – mesmo com toda instabilidade delas – do que depender de pessoas. Entre as pessoas é muito comum ocorrerem equívocos de comunicação. Entre máquinas, isso é um pouco mais difícil, já que os códigos estão bem definidos e se uma das partes emitir o sinal errado, o travamento é certo e instantâneo. Com o colega de trabalho, descobrir o equívoco de compreensão ou a preguiça de perguntar para entender melhor, pode custar muito tempo – precioso para você e nem tanto para ele.

E o tempo urge! É urgente o que o chefe pede, o que o colega pede, o que o e-mail pede. E o telefone? O telefone, nos tempos de teclado alfanumérico e internet a jato, só se for urgente ou, digamos, delicado. Já importante é estarmos bem. Importante é sentir que ali é o seu lugar e que ganhar dinheiro para fazer o que você está fazendo, apesar de todos os contras, ainda é o maior pró. Pró mesmo é quando você é envolvido, sente que é importante para que “aquilo ali” que está se buscando realizar sem você ficaria mais difícil. Porque sentir que você é importante para o todo é o que nos faz escolher o que queremos fazer e, daí sim, faremos bem!

Quando a organização é grande geralmente cada um cumpre atividades pré-determinadas e a roda gira conforme manda o presidente, conselho gestor, ou seja lá quem impuser o cetro. Em empresas menores, existem os multitarefas. Esses profissionais são eternos autodidatas sem opção porque têm que aprender a fazer para que as coisas saiam. Isso não é muito legal porque a qualidade muitas vezes fica comprometida.  Mas existem casos em que o desejo pela inovação e por novas formas de ordenamento interno – do setor, documentação e processos – é do profissional. Tempo ocioso no trabalho é perfeito para esse tipo de profissional que adora propor e melhorar!

Sonho com o dia em que o trabalho seja movido a projetos. Com o dia em que nada possa atrapalhar a otimização do tempo de trabalho porque as pessoas, optando por trabalharem em ambientes fechados ou abertos, em movimento ou em cidades diferentes, trabalhem felizes. Onde o que possa atrapalhar seja a multiplicidade de ideias, da busca por parceiros para colocá-las em prática e do aprendizado de dizer o não. Porque o que atrapalha mesmo o bom andamento de um projeto ou o que faz as pessoas perderem tempo, é a falta de foco, a indefinição de um objetivo – e várias metas e prazos e acompanhamento contínuo.

Além disso, estar em harmonia com as pessoas com quem se trabalha é um ponto primordial para otimização do tempo. Por isso é muito importante que o profissional escolha times, equipes ou organizações com o qual tenha forte identificação, já que ele passará muito tempo com ou em contato com essas pessoas. Muitas vezes essa identificação pode ser alcançada buscando vagas ou empresas que tenham a ver com o profissional, mas caso isso não seja possível, quem tem que fazer esforço em adequar-se é você. Um belo sorriso, disposição em aprender, humildade e cortesia são o suficiente.

Essas qualidades podem ser ouvidas e sentidas muito através das formas de comunicação. E sabemos que a comunicação hoje é tanto virtual quanto pessoal. Sabemos que escrever dignamente para se fazer entender é fundamental, que uma bela imagem pode falar mais do que mil palavras e de que uma boa rede de relacionamentos pode fazer os seus negócios – e consequentemente sua vida – muito mais bem sucedidos. Então não considero que se perca tempo em redes sociais, mas invista-se tempo em conteúdo, em relacionamento e em atualização. Na área de cultura e eventos, a divulgação on-line hoje é uma realidade irreversível. A quantidade de material disponível na internet é ilimitada e em sua grande maioria de alta qualidade.

Tempo nunca se desperdiça. Tempo se vive. Ocioso ou não, como saberemos o que nossos pensamentos produzirão a partir do ócio?
 
** Autora:

Regiane Patricia de Souza Stuepp, texto produzido para a disciplina: Tempo, Organização e Planejamento, da Pós-Graduação em Assessoria Executiva Empresarial pela Universidade Regional de Blumenau – FURB, em 7 de fevereiro de 2015.

 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Empregadas ou secretárias (by Martha Medeiros)


Uma não substitui a outra; uma não é melhor do que a outra. Ambas são indispensáveis, cada uma em seu ambiente de trabalho.
Ouvi em algum lugar que o número de empregadas domésticas tem diminuído de ano a ano no Brasil. É uma boa notícia. A oferta de empregos aumentou e essas profissionais estão buscando colocação em outros setores, onde possam ganhar mais e alinhavar um plano de carreira. Pode ser bom inclusive para seus empregadores, que terão que se adaptar a um novo estilo de vida: eles próprios farão os afazeres domésticos, convocando a família inteira para colaborar. Ninguém morre se tiver que cozinhar e lavar uma louça, e me parece digno que os filhos entrem nesse mutirão, se preparando melhor para a vida. Hoje não mexem um dedo porque tem uma Maria que faz tudo por eles.
Pois a Maria, segundo estatísticas, não quer mais ser empregada doméstica, e sim ter um status mais elevado. Quem sabe, ser uma secretária. Muitas pessoas chamam suas empregadas de secretárias, na boa intenção de prestigiá-las. Acho estranho. Então devemos chamar as verdadeiras secretárias de quê? Empresárias?
Pessoas que promovem verbalmente suas funcionárias acreditam estar valorizando-as, mas parece o contrário: demonstram que ser empregada doméstica não é honroso, a ponto de fingirem que elas são outra coisa. Se eu me referisse à minha empregada como "secretária", creio que estaria revelando desdém a sua real função. Seria o mesmo que chamar o peão-de-obra de engenheiro ou a garçonete de chef de cozinha. Um upgrade de mentirinha.
Algumas empregadas domésticas ainda não são totalmente alfabetizadas. Não dominam o uso do computador. Não controlam a agenda profissional de seus patrões. São exímias cozinheiras, arrumadeiras, braços direitos das famílias, mas não fazem o que uma secretária faz. Assim como secretárias podem não saber fritar um ovo e nem passar direito uma camisa. Uma não substitui a outra. Uma não é melhor que a outra. Ambas são imprescindíveis, cada uma em seu ambiente de trabalho.
Se a palavra "empregada" parece pejorativa, pode-se chamá-la de funcionária, que é o que ela é também. Já chamá-la de secretária apenas expurga a culpa do patrão, que não quer parecer um senhor do engenho, do tipo que tem escravos. Ou seja, ele se utiliza de um eufemismo para provar que respeita todos os direitos trabalhistas da sua funcionária. Nem se dá conta de que esse pudor com a palavra empregada talvez desmereça as profissionais que tiveram a chance de estudar mais e que fizeram cursos preparatórios para trabalhar numa empresa e não numa casa de família. Secretárias não fazem trabalho doméstico, e sim de escritório. Apesar de eu nunca ter lido nenhuma pesquisa a respeito, tenho a impressão de que elas devem se sentir desconfortáveis ao verem as duas funções confundidas.
Eu, às vezes, me confundo. Outro dia me disseram: vou te levar lá em casa para provar o suflê de queijo que a minha secretária preparou. Logo pensei: coitada, fazendo hora extra.
* Texto de autoria da jornalista Martha Medeiros (publicado no caderno Donna do jornal Zero Hora em sua edição de 05 de fevereiro de 2012).

quarta-feira, 11 de março de 2015

Tempo, organização e planejamento


Pensar a respeito da utilização do tempo é uma tarefa desafiadora, pois é um momento de autoconhecimento. É um ato de avaliação de preferências, prioridades, desejos, necessidades e toda sorte de vontades subjetivas. Entretanto é um passo importante para a melhoria da qualidade de vida e atingimento das metas pessoais e profissionais.

         A forma como organizo meu tempo está ligada aos meus hábitos e preferências, ordeno minhas atividades diárias com base nisto. Gosto muito de aprender e desenvolver novas perspectivas, assim tenho hábito de ler, assistir filmes e conversar com pessoas mais experientes e criativas. Não ocupo-me com atividades muito mecânicas sem teor reflexivo. Neste sentido, a percepção de tempo pode variar, pois acredito perder um tempo precioso fazendo atividades como, por exemplo: passar roupa, percebo como se o tempo não passasse ou a roupa não acabasse nunca. No entanto, quando estou em uma atividade de preferência pessoal, algo prazeroso, percebo o tempo de forma diferente, passa mais de pressa. Porém isto é uma ilusão, pois é fato que todas as horas têm 60 minutos.

Na compreensão do tempo, o mais difícil é usá-lo a nosso favor, entendê-lo como nosso aliado seria uma mudança de paradigma. O escritor Christian Barbosa, escreve em seu livro, Tríade do Tempo, que é mais fácil manter-se nas atividades urgentes ou circunstanciais, entretanto permanecer nesta esfera, na verdade, dificulta nossa rotina.

Ter uma clara definição do que é urgente e importante em nossa vida faz parte de uma boa gestão do tempo. Urgente é tudo aquilo que já não temos mais tempo hábil para fazer, deve ser executado imediatamente. Importante são as atividades alinhadas com nossos desejos e sonhos, que trazem resultados reais a nossa vida. Esta distinção é necessária para que possamos fazer nossas próprias escolhas, sem esta consciência, ficamos suscetíveis à imposição de outras pessoas e ou circunstâncias. Distanciando-nos cada vez mais de nossa realização pessoal.

O tempo é um recurso escasso para quem não sabe administrá-lo, novidade será adquirir hábitos de disciplina e planejamento em consonância com nossos objetivos. Estabelecer metas e fazer acompanhamentos periódicos, trabalhar ativamente para viver em equilíbrio. Vários são os fatores desperdiçadores de tempo, mas o principal deles é a falta de conhecimento nas atividades e a ausência de planejamento. Assim o momento de organizar e prever a rotina dos dias seguintes, é seguramente, a melhor medida para otimização do tempo.

Evitar atividades que desperdicem nossas horas é uma atitude estratégica, o acesso às redes sociais, e-mails com piadas e interrupções são as atividades nas quais mais perco tempo ultimamente. O Fecebooké uma boa forma de descontração, mas também é altamente viciante, hipnotizando-nos por horas.

 Com base em minhas experiências profissionais e leituras acredito que a grande questão na gestão e organização do tempo seja: 

Como encontrar uma forma adequada de gerir o tempo e alcançar resultados desejados?

 Se entendermos como pressupostos:

1.      Boa administração do tempo é condição para ter qualidade de vida;

2.      Sem o autoconhecimento ou a definição de objetivos claros, nunca teremos administração de tempo adequada.

     Refletir sobre esta questão com base nos pressupostos citados acima é um caminho para uma existência saudável e feliz.

   Refletir sobre a gestão do tempo é de fundamental importância para qualquer pessoa que deseje atingir seus objetivos, seja uma reflexão profunda acerca dos desejos e vontades individuais, seja em uma minuciosa descrição e organização de uma agenda.
 

Para tanto, temos inúmeras formas distribuídas em vários autores e técnicas, cabe a cada indivíduo ter a iniciativa e disciplina para encontrar seu método ideal e aplica-lo.

 

REFERÊNCIAS
  1. ELIANE, Wamser. A Secretária Que Faz. Nova Letra. 2010
  2. CAIN, Susan. O Poder dos Quietos. Ed. Nova Fronteira Participações. 2012
  3. COVEY, Stephen R. Os 7 Hábitos Das Pessoas Altamente Eficazes. Best Seller, 2005
  4. Texto: BARBOSA, Christian.Tríade do Tempo. Capitulo três
  5. Artigo: FONTANELLA, Rosane. Os tipos comportamentais e a postura do profissional de        secretariado, publicado na Revista de Gestão e Secretariado. Disponível em:http://www.revistagesec.org.br/ojs-2.4.5/index.php/secretariado/article/view/56#.VFVGLlItDm
  6. Vídeo: CAIN, Susan, O poder dos quietos, TED Talk Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=-nTp2e4bCMc

  7. Vídeo: BARBOSA, Christian. Gestão do Tempo e Produtividade Pessoal. Disponível em:
    http://www.youtube.com/watch?v=dT7hkt--PO0 ) 

(Fonte: texto escrito por Janine Soares, e também publicado em seu blog: http://profissaodesecretariaexecutiva.blogspot.com.br/)

segunda-feira, 9 de março de 2015

Otimizando o tempo



Meus hábitos em relação à distribuição do meu tempo são influenciados grandemente pela presença da internet (acessos a websites diversos e e-mails). Nos últimos três para quatro anos passei trabalhando em atividades que me propiciavam o acesso irrestrito à internet pelas 8 horas do meu dia. Sou humilde em afirmar que desenvolvi uma espécie de “neura” para sempre checar e-mails, dar uma olhada no Facebook, olhar websites com “promoções imperdíveis” e assim por diante. Encontrando algo que me agradasse ou me entretivesse. Pronto: era a senha para parar o que estava fazendo (uma tarefa importante, um e-mail longo etc).
Isso é bastante prejudicial pois acabamos não realizando o que é importante e focando em coisas desnecessárias. E quando ocorre isso, como vemos na disciplina Tempo, Organização e Planejamento, ao fim do dia temos uma agenda carregada de coisas emergenciais para ser feitas, pois elas foram deixadas de lado ou, no meu caso específico, “espremidas” ao fim do dia.
Recentemente, tomei uma decisão muito relevante: deixei meu cargo em uma empresa pública e fui trabalhar em outra do mesmo segmento, como Atendente Comercial. Ele tem várias diferenças ao cargo anterior. É um cargo de apenas 4 horas diárias e, durante essas horas, eu fico impossibilitado de fazer outras coisas, porque simplesmente não é possível e mesmo permitido. Outro ponto importante é que fiquei com uma grande parte do meu tempo livre, especialmente as tardes. Com isso, necessito aproveitar esse tempo para explorar minhas potencialidades, exercer outras atividades (como lecionar idiomas) e mesmo fazer algo por mim (leituras, atividades físicas, melhorar minha alimentação etc.).
Ainda é bastante cedo para dizer se foi uma decisão 100% acertada ou não.  Nos primeiros dias, percebi que tenho aproveitado melhor meu tempo, especialmente nas tardes, realizando tarefas pessoais que sempre ficavam em segundo plano, por exemplo. Outro ponto positivo é que fico livre para desenvolver atividades com foco empreendedor: tenho a meta de criar uma empresa para prestar aulas de inglês in company, e esse tempo a tarde serve para estreitar contatos com empresas.
Portanto, no meu caso, o acesso à internet em meio às atividades profissionais é que influencia na demanda e distribuição do meu tempo. Além disso, há outros elementos influenciadores, que estão sendo retratados em aula, e que vou detalhar mais abaixo.
Tenho a experiência pessoal para relatar que tendemos a priorizar tempo e sua distribuição para o que é mais prazeroso fazer. Dá mais satisfação, é algo que você se habitua e prefere realizar. Com isso, as atividades que não gosta vão sendo postergadas, e com isso elas ou não são realizadas, ou viram – num certo momento – coisas emergenciais.
O mesmo se aplica àquelas tarefas que são mais simples e rápidas. Tenho por hábito costumeiramente interromper uma atividade, até mais de uma vez, para realizar uma ou mais atividades menores. Seria melhor terminar e concluir no prazo adequado, sem rodeios, a primeira! Isso torna produtivo o dia, e as minhas horas poderiam ser melhor aproveitadas. Felizmente, meu novo emprego não me permite fazer isso – o que tem que ser feito, deve ser feito no ato!
Detalhando ainda mais o acima, é basicamente não priorizar as atividades: em minha vida profissional elas não ganham uma escala de prioridade, ou de importância, e vão sendo “encavaladas” de maneira aleatória.

I – O que atrapalha a otimização do seu tempo?
R.: E-mails e a “falsa necessidade” de sempre checá-los e respondê-los no ato; a internet com acesso ilimitado; a minha própria incapacidade de priorizar tarefas.
II – Qual é a atividade que mais otimiza o seu tempo ?
R.: Quando eu ficava 100% do tempo em minha empresa, a ocasião que melhor eu otimizava o tempo eram as reuniões com clientes: procurava torná-las o quanto mais objetivas possível. Apesar de responder e ler muitos e-mails durante o dia, nessa época eu também me “policiava” para respondê-los de maneira mais sucinta e clara.
III – E em qual atividade você mais desperdiça seu tempo?
R.: Com acessos constantes e às vezes demorado a websites dos mais diversos, para fins de lazer, leitura etc., sem um objetivo definido, apenas “por olhar”.

 
(Fonte: Depoimento de Rodrigo Laemmle, na disciplina Tempo, Organização e Planejamento, do curso de Pós-Graduação em Assessoria Executiva Empresarial, da Universidade Regional de Blumenau, ministrado pela Professora Eliane Wamser.)
 

sexta-feira, 6 de março de 2015

Mulheres fenomenais


Tem sempre presente que a pele se enruga,
o cabelo embranquece,
os dias convertem-se em anos...
Mas o que é importante não muda;
a tua força e convicção não têm idade.
O teu espirito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estejas viva, sente-te viva.
Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não consigas correr através dos anos, trota.
Quando não consigas trotar, caminha.
Quando não consigas caminhar, usa uma bengala.
Mas nunca te detenhas!!!


                      (Madre Teresa de Calcutá)

quarta-feira, 4 de março de 2015

Gestão do tempo na assessoria executiva (parte 2)



Na segunda etapa da disciplina de Tempo, Organização e Planejamento,  no curso de pós-graduação em Assessoria Executiva Empresarial, da Universidade  Regional de Blumenau, tratamos de questões que envolvem a gestão do tempo, sempre norteando as discussões e as reflexões a partir do questionamento:
O que implica na gestão do tempo de quem atua na assessoria executiva?
 

TEMPO, TEMPO, TEMPO......
Com certeza, para nenhum de nós, este é um assunto novo. Muito pelo contrário. Quantas vezes já participamos de cursos sobre esta temática? Quantos livros lemos com o intuito de diminuir o estresse que nos causa o constante “apagar de incêndios”? E a angústia de terminarmos mais uma semana com a lista de pendências maior que na semana anterior?
Haja tempo para tudo e todos!!
O que é o TEMPO? Para Peter Drucker, “O tempo é o recurso mais escasso. Se ele não for administrado, nada pode ser administrado.”
Mário Quintana, poeta e jornalista brasileiro (1906-1994), trata do tempo através do seu poema:
O Tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o
relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A
única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Baseado em Christian Barbosa, em seu livro Você, dona do seu tempo (Editora Gente), agora, a palavra é sua!!
a)   Quanto tempo tem dedicado às pessoas mais importantes de sua vida?
b)   O que é que está fazendo pelo seu maior sonho?
c)   De quanto tempo dispõe para você mesmo ou para fazer as coisas de que realmente gosta?
d)   Como está empregando seu tempo no trabalho? E na vida?
e)   Você é um profissional estressado? (Infelizmente, o estresse virou moda.)
f)    Valeu a pena tudo o que fez até agora?
 

Quem gerencia seu tempo dá sentido ao seu tempo para realizar seus sonhos.

Pare e pense um pouco a respeito de sua rotina pessoal e profissional.
I.      Que hábitos influenciam na demanda e distribuição do seu tempo?
O que gostamos ou o que não gostamos?
O que é mais rápido ou o que é mais lento?
O que é mais fácil ou o que é mais difícil?
O que é urgente ou o que é importante?
O que os outros nos impõem ou o que escolhemos fazer?
O que sabemos fazer ou o que é novo? 

II.     O que atrapalha a otimização de seu tempo?
III.   Qual é a atividade que mais otimiza seu tempo?
IV.   E em qual atividade você mais desperdiça seu tempo?