Vivências e convivências

Vivências e convivências

terça-feira, 25 de maio de 2010

Comportamento profissional: o "X" da questão

Assistir aos jogos da seleção brasileira na empresa: um momento de descontração, porém também de euforia, ansiedade, nervosismo. Onde fica o tal do comportamento profissional?
Num primeiro é importante dizer que não se tem regras de conduta pré-estabelecidas e já escritas para este tipo de situação. O que se tem, e se procura praticar e respeitar, é um protocolo do ambiente de trabalho, pautado em normas de conduta e boas maneiras que são baseadas no interesse e na consideração que cada integrante da empresa deve demonstrar por seus colegas de trabalho. Bem como dos cuidados que cada um deve ter para não prejudicar a reputação da empresa em função de um comportamento contrário às normas de relacionamento e convivência.

No caso específico de se assistir aos jogos da seleção brasileira com os colegas de trabalho, no ambiente de trabalho, estas regras habituais devem ser levadas em consideração. E acima de tudo o bom senso deve prevalecer para que o convívio harmonioso no trabalho não seja prejudicado depois do jogo por uma atitude insensata na hora de torcer e vibrar, e principalmente na hora em que nem tudo dá certo no campo para a seleção brasileira.

É importante que todas as pessoas da empresa mantenham um comportamento profissional, afinal de contas estão assistindo ao jogo na empresa. Nada de achar e fazer de conta que estão em casa. Não é o momento de deixar certa formalidade de lado e procurar ser “eu mesmo”, acreditando que está entre amigos íntimos e aí pode tudo. A empresa continua e sempre será um espaço profissional e como tal merece respeito. O tratamento cordial e convivencial entre os funcionários não pode ser diferenciado daquele que é usual no cotidiano da empresa.

sábado, 22 de maio de 2010

O desconfiômetro da Copa

Quais os limites para quem vai acompanhar os jogos da Seleção Brasileira no ambiente de trabalho

BLUMENAU - Quando as partidas do Brasil na Copa do Mundo ocorrem durante o expediente do trabalho, fica impossível separar o profissional do torcedor. Este ano, dois dos três primeiros jogos da Seleção na África do Sul serão disputados no horário comercial, o que mudará a rotina de praticamente todas as empresas e repartições públicas. Mas assistir às partidas no trabalho exige cuidados. Atitudes tomadas por impulso podem comprometer a avaliação profissional e o relacionamento com os colegas, que continuam após o jogo. É um momento de descontração, mas sem excessos e comportamentos inadequados para o ambiente corporativo.– O bom senso deve prevalecer para que o convívio harmonioso no trabalho não seja prejudicado depois do jogo – alerta Eliane Wamser, professora e consultora de assessoramento executivo e protocolo corporativo.As empresas não são obrigadas a dispensar os funcionários para assistir os jogos, a não ser quando há acordos coletivos. Em Blumenau, o Sindicato Empregados do Comércio e o Sindicato do Comércio Varejista firmaram um. Ele passa a vigorar a partir do dia 13 de junho e determina as regras para que os trabalhadores do comércio possam acompanhar o desempenho do Brasil na Copa.– Privar o colaborador de assistir aos jogos gera desmotivação e falta de produtividade, o que acaba prejudicando a empresa como um todo – avalia Guilherme Falchi, consultor especializado em qualidade de vida corporativa.Confira no quadro ao lado dicas para curtir o Mundial de futebol no trabalho, sem perturbar ou ofender ninguém.
Cartão vermelho
- Ser agressivo quando as jogadas não dão certo, abusando da liberdade de estar em um momento mais informal
- Avançar o sinal na intimidade com os colegas de trabalho
- Atitudes inconvenientes e exageradas que geram mal-estar
Cartão amarelo
- Mesmo que já tenha encerrado o expediente, pergunte se é permitido levar bebidas alcoólicas para a empresa
- Atenda o telefone quando tocar. Geralmente, assuntos urgentes são tratados por telefone. Se a função permitir, deixe para checar os e-mails durante o intervalo ou após o jogo
- É melhor evitar piadas sobre nacionalidade e jogadores. Seu colega pode ser descendente de argentinos, por exemplo, e talvez você não saiba
- Fique atento às regras da empresa. Se não puder levar alimentos para o ambiente de trabalho, não insista
- Use roupas ou acessórios da Copa e da Seleção somente se não for necessário trabalhar com trajes formais ou uniforme
- Levar para o evento brinquedos que não foram combinados previamente. Evite as vuvuzelas (cornetas)
Jogo limpo
- Comemorar com alegria e discrição, controlando os impulsos
- Comer e beber moderadamente
- Lembrar que a hierarquia na empresa continua vigorando
- Fazer do profissionalismo a ferramenta principal para cultivar o respeito e a consideração pelos colegas de trabalho também no lazer
Fonte: Eliane Wamser, professora e consultora de assessoramento executivo e protocolo corporativo do Instituto Bem Viver
Texto publicado no Caderno Economia do Jornal de Santa Catarina, edição 22 e 23 de maio de 2010.
Jornalista Daniela Matthes

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Não existem mais consumidores e sim pessoas


Especialista em mídia sociais fala sobre os impactos das redes e a onda de bárbaros que invadiu as empresas trazendo junto com ela os tiranos digitais.

O mundo corporativo foi invadido, por mais uma onda de bárbaros! Independente se sua empresa tem 1000 ou 2000 funcionários, ou qual seu tipo de negócio. Os tiranos digitais, a voz das ruas, da imprensa, dos colaboradores é que sua empresa deve estar nas redes sociais. Algum articulista – eu – dirá que rede social é a ciência da reputação, um local onde existem pequenos grupos! Grandes mudanças! Porém você é um gestor baseado em fatos e não argumentos, e portanto questionará. Vivemos um novo modismo? Um novo jeito de inovar? Vivemos o choque de empresas do século XX, com as empresas do século XXI?

Acredite! Sim, o carro determinou a face do século XX com a poluição, estradas e megalópoles e no século XXI, a Inovação, com as Redes Sociais e a Tecnologia como inventores de novos paradigmas, estilos de vida e novas formas de fazer negócios. Um mundo, no qual você contratará um especialista em redes sociais – seja lá, o que isso signifique - e ele te montará um plano para sua empresa inovar em rede, preencher os elos ausentes entre as comunidades da sua empresa, criar interconexões e interações, facilitar laços interpessoais, sincronizar comportamentos, comunicar informações, interconectar pessoas, influenciar o espectro completo da discussão sobre gestão de conhecimento e gestão da inovação. Resumindo, sua empresa trabalhará em rede, nas redes, sem barreiras.

Confesse, você não imaginava que era tão fácil, né? Neste mesmo dia, um jovem de sua empresa dirá a você que as Redes Sociais têm um enorme poder formador de opinião e o consumidor deixou de aguardar a informação. Ele mesmo produz conteúdo. Entregará a você uma pesquisa que constatou que mais de 52% dos consumidores nas Redes Sociais já interagiram com marcas nestes ambientes e 80% das pessoas confiam em recomendações dos amigos.

Dirá que nas redes sociais mais de 70 milhões de brasileiros tiveram acesso à web em março deste ano, estando conectados em média 23 horas por mês e 79% participam de Redes Sociais e a utilizam por mais de 6 horas e 20 minutos por mês. Então você resolve se inscrever em uma conferência sobre redes sociais e um nobre palestrante dirá que vivemos a web 3.0, a web das coisas, a web das pessoas e seus um trilhão de aparelhinhos conectados à rede mundial.

Acabou a privacidade da sua empresa? A única coisa que deve ficar escondida é o último capitulo de Lost! Tudo novo, porém sem espaço para erros. Um mundo no qual um diretor de uma grande empresa faz uma brincadeira – de mau gosto – sobre futebol, para seus 100 seguidores no Twitter e no dia seguinte é demitido.

Você comprará um livro sobre Redes Sociais e de forma leve e simples, o autor irá dizer que redes sociais são cosmopolita, universalista, desapaixonada, apartidária, não sectária, não monopolizadora. Rede Social é o valor da diversidade. Rede Social é a arte da descentralização. Rede Social é coordenação na humanidade digital. Redes Sociais são confiança, reciprocidade e intensidade da conexão! E concluirá com sutileza, nas Redes Sociais as pessoas são seminômades um local onde “O espírito pioneiro se renova”. Confesse, simples não? Confesse, neste momento você já deve estar pensando – como não pensei nisto antes!

E para colocar mais uma pimentinha, o promissor trainee dirá que a abundância nas redes é a gratuidade, liberdade e seu poder criativo. Pronto, você acaba de decidir que simplesmente todas as pessoas na sua empresa poderão navegar como, quando e por onde desejar e isso não afetará a produtividade delas, muito pelo contrário.

Mesmo quando você ler na The Economist que a Nestlé, Starbucks, BMW e Oracle estão todos tentando descobrir se a despesa de pessoal de duas a três horas no Facebook, Orkut, LinkedIn, Twitter, e demais redes diariamente, aumenta o envolvimento com o cliente ou apenas é perda de tempo.

E a salada digital irá aumentar, quando seu colega de MBA, enviar um estudo do The Future Laboratory que aponta as novas escolhas dos consumidores “Potencialismo como novo modo de vida. Pessoas não constroem mais sua existência em torno de uma só carreira. O caminho é detectar múltiplas aptidões – e explorá-las. Pense em um publicitário-gourmet-esportista, um banqueiro-piloto, em uma editora-marchande-iogue.”

Pessoas que colocam a satisfação pessoal em primeiro lugar, são green tech, cansaram de viver enlatados e das redes de segurança, são os filhos dos boomers, e desejam desenvolver plenamente potencialidades, criatividades, interesses e novas visões de mundo.

Então, você perceberá que aquele mundo da comunicação de Bombardear o consumidor, cobertura total, acertar o target, Blitz, saturação, impacto é uma linguagem da segunda Guerra Mundial! Que não existem mais consumidores, e sim pessoas desejando resgatar as raridades do mundo que as redes sociais disponibilizam, como tempo, espaço e autonomia.

Aquele conceito antigo dos P’s que você tanto estudou mudou para P de Planeta, Pessoas e de Profit (lucro). E acrescentará os 4 C’s de conteúdo, colaboração, comunidade e comércio. Evidente que tem as ilhas das controvérsias, com sua sociedade vigiada, individualista, na qual o consumo exponencial de Viagra, Botox, Red Bull e Ipads nos trouxe a sociedade imediatista.

Que no império da idiocracia 1.5 milhão de pessoas seguem no Twitter um técnico de futebol, e apenas 13.000 o #forasarney. Mas tudo bem, um dia as pessoas perceberão que podem ser web-cidadãos também. Um mundo onde nós humanos somos as mídias.

São tantas quebras de modelos, que como disse sabiamente o sociólogo José de Souza Martim, vivemos um mundo onde a grande maioria está “Sobrevivendo mais do que vivendo. Sonhando mais do que fazendo. Imitando mais do que criando”.

E para melhorar sua salada digital, seu departamento de marketing dirá que a empresa deve monitorar e analisar o que foi dito sobre a empresa nas principais redes sociais, além de blogs, fóruns, chats e traçar um panorama sobre as discussões e elaborar estratégias para promover um relacionamento mais próximo com o público, para encontrar novas oportunidades de negócios. Confesse novamente, fácil, muito fácil, né!

Além disso, a partir de hoje a empresa calculará o ROA (Return over Attention) Retorno sobre a atenção de seus clientes e fará análises elaboradas de seis graus de separação e três graus de influência dos clientes. Por que não? E agora o site da sua empresa terá Conteúdo Fixo, Conteúdo Interativo, Conteúdo Colaborativo e Jornalismo Colaborativo. Porque afinal de contas precisamos engajar os clientes. E serão quatro tipos de conteúdo. Se for melhor em vídeo, será em vídeo. Se for melhor em áudio, será em áudio. Se for melhor em foto, será em foto. Se for melhor em texto, será em texto.

E para completar, a sua equipe de Tecnologia da Informação liderará uma corrida para a inovação com computação natural e anglicismo para todos os gostos como - Global Marketplacet Talent, User Generation Content, Web Based Collaboration, Easy to Use Tools, Common Plataforms, Internet Distribuition, Hacker Spaces, Peer Prodution e Cloud Computing são essenciais para sua empresa atuar e prosperar no século XXI. Pode confessar, nunca aquela temporada divertida em Nova Iorque te ajudou tanto a entender as palavrinhas acima, não é?

E o seu departamento de Recursos Humanos abrirá vagas para Nettweavers, Estrategista de Mídias Sociais e Evangelistas de redes sociais. Mas no final, você perceberá que isso não é nada novo! Que o ser humano nasceu em rede. Os reinos perdidos de Incas, Maias, Astecas, Persas, Egípcios acreditavam em redes sociais nas cidades e que um dia a humanidade teria suas cidades esplêndidas e sua cidades das nações.

Dirá ainda que sua empresa pode seguir o exemplo de nobres homens como Darwin, Pestalozzi, Verdi, Pasteur, Bach, Joana D’Arc, Sócrates, Colombo, Verne, JK, Beethoven, Victor Hugo, Isaac Newton, Gandhi, Madre Tereza, Chico Xavier, Gorbachev, Franscisco de Assis - fazedores e criadores de redes sociais que mudaram a forma como enxergamos o mundo. Ou seja, parafraseando Karl Max “Humanos de todo o mundo. Uni-vos. Não temos mais nada a perder a não ser o que já é nosso.” A inovação não é toda história, mas é uma grande história. Onde não podemos usar velhos mapas, para descobrir novas terras.
Boa viagem.

Autor: Gil Giardelli (Especialista em mídias digitais, com 11 anos de experiência na era digital. Co-fundador da Gaia Creative, Justmail do Board da Amanaie e Startupi. Coordena os Cursos na ESPM de Ações Inovadoras em Comunicação Digital e Startups, economia criativa e empreendedorismo na era digital)
HSM Online30/04/2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

Gravatas: passos para fazer um nó perfeito

Dúvidas frequentes

Existem certas tarefas que alguns homens sentem-se pouco confortáveis: uma delas é dar nó em gravata. Além de dar nó você sabe como combinar a sua gravata? Calma que para tudo na vida tem solução!

Acessório usado há mais ou menos 200 anos, as gravatas podem sinalizar sua personalidade. Então, se você ainda usa aquela mesma gravata desde de mil novecentos e bolinha, repense seus conceitos. Mude a cor, a estampa; enfim, troque a gravata! Pois lembre-se que a roupa expressa seu estado de espírito.

Respondemos aqui as principais dúvidas no uso deste acessório.

Onde termina a gravata?
Ela deve sempre cobrir a fivela do seu cinto e parar por aí, independente da altura da pessoa.

Aqueles modelos com desenhos de personagens são legais para usar no dia-a-dia?
Na verdade, não são bons nem para usar no dia de São Nunca. Use modelos texturizados, lisos, com listras diagonais e com padrões geométricos discretos. Se você é um publicitário modernoso, pode usar um modelinho mais ousado, mas seja criativo nas cores. As chances de passar vergonha são menores!!
Gravata pode ser de qualquer tecido?
Antes de escolher cor, largura e estampa verifique na etiqueta qual a composição do produto. Deve ser 100% lã ou 100% seda. Ser composta com mais algum outro fio é possível, mas não são as melhores.

Existem manchas que podem comprometer a gravata definitivamente?
Manchas de gordura, cremes e molhos levam a gravata diretamente para o lixo. Tome muito cuidado!

Deixar a gravata guardada com o nó feito pode facilitar a vida?
Se dar nó em gravatas não é a sua especialidade, entendemos; mas não faça o nó hoje para usar a gravata amanhã com a intenção de evitar transtornos. Seus problemas só aumentarão, pois terá que desfazer o nó para passar a gravata e fazê-lo novamente.

Como passar gravatas?
Se isso for necessário regule o ferro elétrico de acordo com o tecido da gravata. Coloque um papel ou cartolina por dentro da gravata para que ela fique bem esticada e as costuras não fiquem marcadas. Estire a gravata sobre a tábua de passar roupas e passe o ferro num único sentido.

Passos para fazer um nó perfeito:

Passo 1: Deixe a ponta larga estendida muito mais abaixo e para o lado direito. Vire a ponta larga com a mão direita sobre a ponta mais estreita, que deve estar fixa pela sua mão esquerda.

Passo 2: Vire a seguir a ponta mais larga da esquerda para a direita, por baixo da ponta estreita. Puxe-a então, por cima do nó, em direção ao corpo pelo nó.

Passo 3: A ponta mais larga tem que estar agora virada com a parte interior para cima e estendida para baixo do lado direito.

Passo 4: Segure o lado mais largo e vire-o para a esquerda à volta do meio nó.

Passo 5: Depois passe com a mão esquerda a ponta mais larga da gravata pelo reverso do nó debaixo pelo laço à volta do pescoço.

Passo 6: Agora puxe a ponta mais larga para a frente sobre o nó, meio acabado, e deixe-a estendida.

Passo 7: Introduza a ponta do lado mais largo pelo nó debaixo da sua parte exterior.

Passo 8: Puxe a ponta larga inteiramente para baixo e posicione o nó cuidadosamente, segurando-o com cautela nas mãos e puxando pela parte mais estreita.

Passo 9: A ponta mais larga deverá estar agora mais longa do que a ponta estreita. Se não for o caso, deverá fazer o nó de novo ou introduzir a ponta estreita no cós das calças.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Imagem e postura: uma coerência necessária

O especialista em desenvolvimento de pessoas, Eugênio Mussak, em seu livro Metacompetência, escreve que se deve ter uma coerência entre a imagem e o comportamento. E diz também que:

  • A imagem que cultivamos perante a sociedade é uma forma de comunicação.
  • Postura é comunicação.
  • Postura é a maneira como uma pessoa se posiciona perante o mundo, e isso vale tanto para atitudes corporais como mentais.
  • Uma pessoa pode revelar através de sua postura corporal, se está se sentindo confortável ou desconfortável. Se está seguro de si mesmo ou inseguro. Se deseja permanecer num local ou se está morrendo de vontade de ir embora.
  • Não é preciso falar nada, pois ela estará dizendo por intermédio de sua linguagem corporal.
  • Posicionar-se é uma vantagem competitiva.

Diante destas afirmativas, lanço os seguintes questionamentos para os futuros candidatos às eleições 2010. Sim, porque logo, logo eles estarão abordando seus prováveis eleitores e sua imagem pessoal bem cuidada, aliada a uma conduta elegante, abrirá portas. Além de comunicar segurança e comprometimento com suas propostas de campanha.

Então, pergunto:
O que você gostaria que as pessoas dissessem a seu respeito?
Que reputação você quer ter?
Você se considera uma pessoa de atitudes elegantes?
Como está seu aperto de mão? Firme? Esmagador? Frouxo?



Coluna reta ao caminhar e ao se sentar, peito para frente, ombros equilibrados, cabeça erguida inspiram confiança, principalmente quando acompanhados por um sorriso espontâneo (eu disse: “espontâneo”) no rosto.

Ter disposição para conversar, saber responder as perguntas formuladas e ser atencioso com as opiniões alheias são atitudes que demonstram que o candidato tem respeito pelo seu eleitor.


Para concluir, uma dica: preste atenção na maneira como você se senta para trabalhar, para comer, no modo como caminha, como cumprimenta as pessoas, na expressão facial, nos gestos. Isso lhe dará condições para analisar se sua postura está coerente com a imagem que quer transmitir, porque a máxima “A primeira impressão é a que fica” ainda continua em vigor. Sucesso!

“Meu corpo é um jardim, minha vontade o seu jardineiro.” by William Shakespeare

Ao sucesso


Acredito em mim.
Acredito na minha família.
Acredito no meu trabalho.
Acredito em Deus.

Amo quem eu sou.
Amo o que faço.
Faço o que amo.
Vou chegar na frente fazendo melhor e diferente.

EU acredito em MIM.
E você??

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O profissional de secretariado em empresa de Tecnologia de Informação


Já é mais que sabido que a função primordial de um profissional de secretariado é assessorar dirigentes e/ou equipes de profissionais, na gestão e execução de funções técnicas e gerenciais. Caracteriza-se por planejamento, desenvolvimento, avaliação, controle, supervisão e coordenação de atividades, qualificadas e finalísticas, para a consecução de objetivos e metas corporativas.

O profissional do secretariado em empresas de Tecnologia da Informação constitui-se no organizador e harmonizador do ambiente de trabalho, o que compreende o gerenciamento da informação, de relacionamentos, de processos e procedimentos administrativos.

É fornecedor de subsídios para a tomada de decisões e para isso precisa conhecer toda a dinâmica dos projetos e desafios com os quais a empresa e sua equipe estão comprometidos. Requer pensar junto com eles ou até mesmo antes. Envolve a capacidade de analisar dados e informações, intervir, identificar e solucionar problemas. Agilidade de raciocínio, criatividade, iniciativa, autonomia e qualidades comportamentais são requisitos básicos para um desempenho eficaz.

A organização sempre foi a sua melhor aliada. Qualquer perda de minutos na procura de algum documento ou número de telefone significa perda de tempo precioso e gera estresse, que por sua vez prejudica a harmonia do ambiente de trabalho. Um profissional organizado:
· sabe onde buscar as informações e encontrá-las na hora em que se precisa;
· sabe quais compromissos e atividades são importantes e/ou urgentes e dá as devidas prioridades;
· lembra seu dirigente, com antecedência, dos compromissos assumidos para que ele possa também se organizar;
· mantém arquivos, agenda e o próprio escritório em ordem e exclui materiais e papéis desnecessários; faz com que o ambiente de trabalho seja o mais funcional possível e proporcione agilidade na hora em que forem solicitados;
· administra o tempo, respeitando os horários para os quais se planejou realizar a tarefa;
· usa o “caderno da secretária” para registrar as inúmeras solicitações e providências que lhe são solicitadas e devem ser tomadas no dia;
· adota o sistema follow-up para fazer a cobrança sistemática de respostas e soluções de assuntos pendentes ou que aguardam providências;
· abre os e-mails de acordo com o grau de importância, observando o assunto e remetente;
· ao escrever um e-mail, usa linguagem objetiva e clara, com certa formalidade. Evita gírias e abreviações;
· é disciplinado e pró-ativo.

Ser organizado é, antes de tudo, fazer uma seleção de prioridades e segui-las, sempre cumprindo horários. Ter em mente o discernimento de qual tarefa pode ficar para mais tarde. E saber otimizar o tempo dos dirigentes que assessora.

A organização relaciona-se muito bem com responsabilidade, tendo em vista que uma pessoa organizada dificilmente apresenta características de ser irresponsável. A organização é a base do equilíbrio tanto no campo profissional e pessoal de quem assessora.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Prometa a si mesmo

"Ser tão forte que nada perturbe a paz de sua mente.
Falar de felicidade, saúde e prosperidade a cada pessoa que conhecer.
Fazer sentir aos seus amigos que há algo de valor neles.
Ver o lado brilhante de cada coisa e conseguir otimismo por meio dele.
Pensar somente o melhor, trabalhar somente pelo melhor e esperar somente o melhor. Ser tão entusiasta pelo êxito dos demais como por seu próprio.
Esquecer os erros do passado e insistir para conseguir grandes realizações no futuro.
Exibir um aspecto atraente em todo o tempo e obsequiar a cada pessoa conhecida com um sorriso.
Dar tanto tempo ao seu melhoramento pessoal que não sobre tempo para criticar os outros.
Ser demasiado grande para preocupar-se, demasiado nobre para irar-se e demasiado feliz para permitir a presença de problemas que perturbem sua fé."

(Cristian D. Larsen)

terça-feira, 4 de maio de 2010

O adolescente e a etiqueta à mesa


“Canso de falar, mas não tem jeito. Durante as refeições, ela acaba sentando com os pés na cadeira e os cotovelos na mesa.” Desabafo de uma mãe.

“Adolescente é rebelde e as regras de comportamento à mesa passam longe dele.” Outra afirmação que ouço com frequência.

Concordo com você, mãe! Sim, papai. Santo de Casa não faz milagres! Quando se deparam com alguém de fora, uma professora, uma consultora de etiqueta, por exemplo, eles se rendem às falsas impressões que um dia alguém lhes passou sobre bons modos como algo de gente fresca e fútil. Mudam a cor de suas lentes para conhecer um pouco mais sobre as ditas regras de conduta social.

Nos cursos de postura e comportamento que ministro para a galera entre 16 e 24 anos, o interesse deles neste assunto é notório. Chovem perguntas quando o assunto é comportamento à mesa: É feio comer com a boca aberta? Posso palitar os dentes à mesa? E o meu boné? Devo tirar ao sentar à mesa?

Esses dias, uma pergunta deixou-me intrigada e incomodada:
“Professora, não tenho como praticar as regras à mesa porque na minha casa não temos o hábito de sentar à mesa. Cada um faz seu prato e se senta onde melhor lhe conviver. Um na frente da televisão; outro leva seu prato e continua teclando no MSN; meu pai e minha mãe sentam no sofá.”

O que lhes dizer diante desta constatação que eles mesmos fazem?

Caros pais, infelizmente não há regra de civilidade que vá resistir a esta falta de prática de convivência. As refeições são tidas como as ocasiões mais importantes para a reunião e união da família. Momentos únicos para a família conversar, se olhar; cada um aprender a respeitar o tempo do outro. Um momento privilegiado para os pais interagirem com seus filhos.

Enquanto isso, continuo perguntando: Quem foi que disse que adolescente não se interessa por regras de comportamento à mesa?